Bandeira trans
Bandeira trans (Foto: Reprodução)

Um a cada três empregadores admitem que não contratariam uma pessoa transgênero para integrar o seu quadro de funcionários, é o que constatou uma pesquisa realizada no Reino Unido, pela Crossland Employment Solicitor, divulgada na última segunda-feira (18).

O estudo demonstrou que alguns setores se mostram mais conservadores do que outros como a área de vendas, na qual 47% dos entrevistados confessaram que não contratariam. Já os trans especializados em Tecnologia da Informação (TI) o número cai para 45%, seguida por lazer (35%) e indústria (34%).

Em contrapartida o setor de finanças mostrou ser mais favorável a contratação de transgêneros (34%), em segundo lugar está a área de Justiça, com 33% e engenharia (25%). A falta de instrução de ensino básico, como instrução de ensino médio e superior, tornam muitas vezes a dificuldade.


Destes contratantes, apenas 3% acham que as políticas adotadas para a seleção de emprego são inclusivas. Enquanto 4% acreditam que a cultura no local de trabalho acolhe as pessoas trans. Outro dado preocupante aponta que apenas 8% acreditam que os direitos devem ser iguais aos de pessoas cisgêneros.

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O levantamento ainda apontou que 3% das empresas tem sistema de apoio oficial para trabalhadores que desejam tornar  público a sua identidade de gênero – já que se concluiu que metade da população trans britânico, costuma esconder a sua condição no ambiente de trabalho.  

Apenas 12% das empresas tem uma política de tolerância zero sobre assédio e bullying transfóbico no local de trabalho. A pesquisa ainda revelou que 74% dos empresários confessaram nunca ter trabalhado conscientemente com uma pessoa transexual.

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