Skol se junta a outras marcas em prol da causa LGBT
Skol se junta a outras marcas em prol da causa LGBT (Foto: Reprodução)

O movimento liderado por SKOL pela união de grandes marcas e empresas a favor da causa LGBTQ+ ganha corpo dia após dia e, uma semana depois do início da campanha #MarcasAliadas, sete novas gigantes representando diversos setores da economia brasileira aderiram à ação.

AccorHotels, Bradesco, GNT, Itaú, Mercado Livre, Next e Vult se juntaram a Burger King, BIS, Trident quem disse, berenice? e também doarão uma letra de seus nomes para simbolizar a importância da união de todos e todas nessa luta por uma sociedade que valoriza o respeito e combate o preconceito.

Além da mudança de design, todas elas farão contribuições a instituições que ajudam a comunidade LGBT diariamente: Casinha, Todxs, Coletivo Não Desculpo e Coletivo Transformação são os quatro projetos escolhidos para receberem doações que vão ajudá-los a ampliar suas ações.


SKOL foi a patrocinadora da Parada do Orgulho LGBT em São Paulo pelo terceiro ano seguido e continua em busca de aliados até o final de junho. Assim como as primeiras parceiras, as novas marcas da campanha têm em comum a luta contra o preconceito. Dentro do conceito da ação, AccorHotels doou a letra “A”, GNT doou o “G”, Itaú cedeu o “T”, Mercado Livre o “L”, assim como Vult. O Bradesco doou o “B” e o Next, o “T”.

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Outras #MarcasAliadas que também quiserem doar para essas instituições e se tornarem parceiras desse movimento podem procurar SKOL pelo site oficial da campanha ou nas páginas da cerveja no Twitter ou Facebook até o dia 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBT. Não há um limite para marcas que queiram se aliar: quanto mais empresas se juntarem, melhor. Ao fim da campanha, todo o valor arrecadado pelos aliados será dividido entre as quatro instituições parceiras.

“Quando nos sensibilizamos pelas vítimas de crimes motivados por LGBTfobia, podemos e devemos nos tornar aliados na luta contra o preconceito.  Isso nos ajuda a refletir sobre os direitos básicos que os LGBT não têm, o que passa por questões de cidadania até outras mais simples, como  andar de mãos dadas na rua com sua namorada, seu marido”, disse Ricardo Sales, doutorando em diversidade pela USP e consultor de SKOL.

 

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