Protesto por direitos LGBT Rússia
Protesto por direitos LGBT Rússia (Foto: Reprodução/Pinterest)

Apesar de se mostrar uma nação homofóbica, na qual 83% dos cidadãos não aprovam a prática gay, a Fifa entrou em acordo com as autoridades da Rússia para que não sejam punidos nenhum dos torcedores que hastearem a bandeira do orgulho LGBT durante a Copa do Mundo de 2018, que acontece este ano no país.

O CEO do Comitê Organizador Local (COL) Alexei Sorokin, garantiu, em entrevista à Folha de S.Paulo, que os membros da comunidade LGBT poderão se manifestar durante os jogos. “Definitivamente não haverá nenhum tipo de banimento para quem usar símbolos com as cores do arco-íris na Rússia. Está claro que qualquer um poderá vir aqui e não será multado por expressar os seus sentimentos”, disse.

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A Fifa ainda reforçou a entrada com as bandeiras, porém, nem todos os objetos estariam aptos a entrar nos estádios. “Membros do público poderão sim levar as bandeiras com a cor do arco-íris, mas logicamente a Fifa e o COL podem rejeitar as que não seguirem o padrão de tamanho. Se as bandeiras forem exibidas junto com algum tipo de mensagem, avaliaremos caso a caso”, ponderou.

Vale lembrar que, por causa da fama de ser um país homofóbico, com direito ao apoio do governo, a Fare (Football Against Racism in Europe), organização que luta pela igualdade nos Estádios de futebol, criou um guia com a finalidade de prevenir agressões verbais e físicas contra homossexuais, na época do mundial.

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