bandeira lgbt
Bandeira LGBT (FOTO: Reprodução/Internet)

A legalização do casamento homoafetivo em dezembro do ano passado, deu início também ao projeto da chamada lei antidiscriminação, comandada pelo Partido Liberal, que visa punir todas as empresas e entidades que não contratem pessoas por causa da sua orientação sexual.

O problema é que instituições religiosas passaram a reivindicar o projeto de lei anti-LGBTfobia, sob o argumento de que a norma poderia ferir o seu código de conduta, já que um hospital ou ONG pertencente a uma igreja no país oceânico não poderiam eliminar um candidato a vaga por ser gay ou bissexual.

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Lideradas pela igreja Hilsong, várias instituições cristãs se juntaram para solicitar ao governo que elas sejam isentas desta nova legislação. “Nunca precisamos proteger nossa liberdade religiosa antes, mas agora parecer ser diferente”, afirmou Patrick Parkinson, membro do conselho do grupo religioso Freedom for Faith.

Parkinson ressalta que não pretende “reverter os direitos legais daqueles que se identificam como LGBT”, e nem conseguir privilégios para os cristãos australianos, mas espera que possam conduzir suas relações de emprego com liberdade. “A questão mais importante é proteger o direito das instituições religiosas estabelecerem quando e quais questões de conduta pessoal são incompatíveis com os valores da organização empregadora”, disse.

Outras nações como Estados Unidos e Canadá também sofreram o mesmo tipo de divergência, porém, não conseguiram contrariar a legislação liberal, na qual proibisse, por exemplo, um empresário cristão de se negar a prestar serviços para um casal gay.

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