O apresentador Ratinho
O apresentador Ratinho (Foto: Divulgação/SBT)

O apresentador Ratinho publicou um vídeo em seu perfil no Instagram, no qual tece comentários homofóbicos. No post, ele critica o excesso de personagens gays em produções da Globo.

Nas imagens, o contratado do SBT afirma ter sintonizado na Globo para ver o que a emissora apresentava no mesmo horário que o seu programa estava sendo exibido. Então, detonou a abordagem da minissérie Entre Irmãs. “Pô, a Globo colocou viado até em filme de cangaceiro, gente”, disse ele no vídeo.

Ratinho fazia referência ao personagem Degas (Rômulo Estrela), que na história é um gay enrustido, casado com Emília (Marjorie Estiano) em uma relação de fachada. A produção aborda a dificuldade de um homossexual em se assumir na sociedade, e ainda mostra o romance entre ele e o personagem de Gabriel Stauffer na trama.


Leia Mais:

Saída do armário de Samuel em O Outro Lado do Paraíso movimenta redes sociais

Garoto de dez anos lança primeiro clube para crianças drag queens

“Naquele tempo não tinha viado não! Cê acha que tinha viado naquele tempo? É muito viado. É viado às seis horas da tarde, às oito da noite, às nove da noite, às dez da noite… Mas muito viado. Eu não sei o que tá acontecendo. Não tem tanto viado assim. Ou tem? Será?”, completou.

A publicação dividiu opiniões dos seguidores do apresentador. Diante da repercussão, Ratinho voltou à rede social para comentar o caso e afirmou estar apenas brincando na postagem anterior. “Em nenhum momento eu quis ofender nenhum gay, até porque eu trabalho com todos eles, que gostam muito de mim, e eu deles. Então  não tem nada a ver. eu fiz uma brincadeira, que lamentavelmente muitas pessoas não entenderam”, disse. 

Exagero de viado

Uma publicação compartilhada por Ratinho Oficial (@oratinho) em

Quem me conhece sabe da minha personalidade, sou brincalhão e respeito todo mundo sempre! ?

Uma publicação compartilhada por Ratinho Oficial (@oratinho) em

8 COMENTÁRIOS

    • Não estou aqui para defender a “bicharada” da Globo. Em todo seguimento tem um alto percentual de homossexuais, mas no meio artístico essa presença parece ser em maior número, pelo fato da exposição ser muito maior as oportunidades se apresentam como afirmação da classe a qual pertencem. Na direção artística, de qualquer seguimento há uma maior frequência, televisão, teatro, música, artes plásticas, arquitetura, história, ciências sociais, filosofia, são canais de sensibilidade mais aflorada, soltam a “franga” com maior desenvoltura e liberdade. Nos anos trinta tinha tanto quanto agora sempre existiram, mas naquele tempo eram classificados de “pederastas, efeminados”, gay é uma nomenclatura recente, e tinham menos espaços para saírem dos “armários”, o conservadorismo era muito maior, ser “bicha” era muito reprovável. Agora são até cultuados e geralmente muito mais criativos em seus ofícios.

    • Ser homofóbico, politicamente correto, ser careta, nos dias de hoje basta abrir a boca, há um patrulhamento exagerado, os grupos “seguimentados” nas mais diversas variedades, estão muito sensíveis a qualquer crítica, e como há uma indústria de reparação de ofensas a honra alheia, fica tudo muito perigoso. Negros agora são afro descendentes, gordo são pessoas esteticamente prejudicadas, viado virou gay, bandido virou paciente, maluco virou esquizofrênico, corrupto, ladrão que venha da política, virou denunciado, e assim por diante, os dicionários estão cheios de novos sinônimos. Para burlar o eleitor o PMDB se tornou novamente MDB, na esperança de que seja uma novidade e a sociedade possa confundi-lo como nova sigla. Por tudo isso, esses modismos, são o resultado de ignorância, analfabetismo e falência do governo, do estado e da Nação, com seus quase treze milhões de desempregados, tem o povo que merece, e os políticos idem. O que tem isso de comum com a veadagem? É tudo pouca vergonha…

    • Lá no Paraná tem gente que jura que o Ratinho também é gay. Já foi visto aos beijos e abraços com o finado Alborguethi. Qualquer pessoa que tenha destaque na sua atividade é condenado pelo “seu Peru”, personagem da Escolinha do Professor Raimundo.

  1. Até entre os homo(s) sapiens(s), já existia gay, só não tinha o apresentador Ratinho, aliás muito parecido fisicamente com o personagem que ele achou estranho, o que faz o papel de marido “estranho” da Marjorie, o nariz parece ter o mesmo”calibre”.

  2. Tá demais sim esse monte de gay na televisão. Não existe mais história de amor hétero, só gay… Estou com medo da heterofobia que cresce na sociedade atual…

DEIXE UMA RESPOSTA