Jogadora de vôlei trans Carol Lissarassa
Jogadora de vôlei trans Carol Lissarassa (Foto: Reprodução/SporTV)

Em meio à polêmica da contratação da jogadora de vôlei trans Tiffany Abreu, do time de Bauru, e que irá participar da Superliga feminina do esporte, sendo alvo de uma discussão se há vantagem por ter uma estrutura biologicamente masculina, outra atleta transgênero desta vez da praia também irá integrar uma equipe da modalidade.

Carla Lissarassa, de 27 anos, irá defender o Chapecó para o mundo, ela está convocada para representar o Brasil, ao lado da campeã mundial Juliana, no Gay Games, que este ano será sediado em Paris. Em entrevista ao site do SporTV, que comemorou dar a visibilidade ao trabalho de atletas como ela.

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“Essa inclusão da gente no esporte mostra o quão somos iguais às demais pessoas, à sociedade em si. Mostra que a gente é capaz de estar conquistando o nosso espaço, realizando nosso sonho, diferente de a gente ser trans, de ser gay, homossexual.”, afirmou.

Carol também falou sobre a importância da entrada de Tiffany no vôlei brasileiro. “A Tiffany me representa. Ela representa toda comunidade LGBT. Por mais polêmico que está sendo, ela está a favor da lei, então ela tem a lei que está amparando ela, que está fazendo bonito, representando a gente. As pessoas falam muito de ela ser trans e tudo o mais. Mas, acima de tudo isso, ela é uma excelente jogadora”, elogiou.

1 COMENTÁRIO

  1. Cortar fora ou costurar alguma coisa parecida com um órgão genital masculino não transforma um homem em mulher e vise versa, respectivamente. Não existe ciência ou médico, por mais doutorado que seja no mundo, que possa refazer, reverter ou trocar o que a natureza fez, quando falamos de sexo, e o que vemos por aí é tudo artificial. Agora este absurdo em aceitar homens que deceparam suas genitálias, não os torna mulher, mas como a moda parece que está pegando é uma opção de esportistas homens, que não conseguem sucesso na categoria masculina, de fazerem a adaptação e passar a disputarem contra as mulheres, e aproveitarem a carcaça masculina, que sempre é mais forte que a feminina, e saltarem mais alto, pularem mais longe, arremessarem mais distante, correrem mais rápido, nadarem em menos tempo e serem sempre os melhores quando atuarem contra equipes só de mulheres. Só acredito que as mulheres, mesmo aquelas que seguem a “religião” do politicamente correto, não vão aprovar este tipo de esperteza, de malandragem, de mutretagem de verem homens se aproveitando deste modismo para passarem a perna nelas. Uma pergunta: será que alguma mulher, como a filha de Gretchen, teria chance em disputar e vencer em algum esporte contra homens?

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