“Nunca me proibiu de fazer as coisas que viam antinatural”, diz Pabllo Vittar sobre sua mãe no Caldeirão do Huck

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A drag queen Pabllo Vittar foi uma das atrações do Caldeirão do Huck, exibido no sábado (02). O programa já começou com um bate-papo do apresentador e da artista dentro do quadro Vou de Táxi.

Desmontada, ela contou, durante o trajeto entre o hotel no qual estava hospedada, até os estúdios Globo, sobre a sua história de vida, desde o nascimento no Maranhão até a chegada ao estrelato. “Não conheci meu pai biológico. Minha mãe sempre foi meu pai, minha mãe, minha tia, minha prima, tudo”, revelou.

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A infância humilde em Santa Isabel do Pará, onde morou até os 13 anos também foi lembrada. Com a mãe trabalhando em dois hospitais, a cantora passava os dias com os irmãos e sempre teve o apoio da mãe por ser gay. “Nunca me proibiu de fazer as coisas que viam antinatural.”

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Porém, foi em Indaiatuba que teve acesso ao meio LGBT e também foi quando presenciou os primeiros episódios de preconceito contra sua sexualidade. “Na adolescência sofri muito. O Ensino Fundamental foi bem barra. Quando eu cheguei na escola foi que eu entendi que ser gay ia ter que me fazer mais forte porque eu ia ter que dar o máximo de mim todos os dias para não deixar ninguém pisar em cima de mim”, declarou.

A edição ainda mostrou a transformação da drag para se apresentar no palco, no qual cantou os sucessos “K.O.”, “Decote”, ao lado de Preta Gil, sua parceira na música. A participação de Pabllo foi encerrada com o hit “Corpo Sensual”, com Mateus Carrilho, integrante da Banda Uó.

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