Camisinhas
Camisinhas (Foto: Reprodução/Internet)

Com tamanhos variados, com lubrificação extra, sabor, cheiro e até brilho no escuro, criatividade não falta quando o assunto é a tecnologia utilizada na fabricação de camisinhas e tornar a experiência do sexo mais prazerosa. Agora, estudantes da escola Isaac Newton Academy, de Londres, na época com 13 e 14 anos, criaram uma versão do preservativo que muda de cor, assim que for identificado alguma Infecção Sexualmente Transmissível (IST).

Ainda em estágio conceitual, o produto, intitulado S.T.E.Y.E., consegue reconhecer quatro tipos de enfermidades, que podem ser acusados tanto em quem esta utilizando o método quanto no parceiro (a).

Assim que entra em contato com algum dos vírus e bactérias, os anticorpos presentes na camisinha mudam a coloração, sendo verde para clamídia, azul para sífilis, amarelo para herpes e roxo no caso de verrugas genitais. O tempo que leva para a reação em cada uma das patologias também varia a depender da patologia.


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A camisinha foi apresentada como uma alternativa as pessoas que querem fazer o exame, mas tem vergonha de ir até um centro de saúde. Porém caso o preservativo mude de cor é orientado que seja iniciado o tratamento imediatamente.

Os jovens inventores receberam um prêmio no valor de mil euros (cerca de 3.684 reais) durante a competição no TeenTech, que promove a ciência, engenharia e tecnologia nas escolas. Novas pesquisas deverão ser feitas para o desenvolvimento do produto para que ele chegue até o consumidor final.


  • Vão criar preconceitos sociais para essa também. Não é a camisinha o problema, é a cabeça de cima de quem usa ou deveria usar.