Profissão Repórter retrata o preconceito contra gays

Edição do Profissão Repórter desta quarta (02) fala sobre a luta da comunidade LGBT
Edição do Profissão Repórter desta quarta (02) fala sobre a luta da comunidade LGBT (Foto: Divulgação/Globo)

O Profissão Repórter desta quarta-feira (02) traz como tema a comunidade LGBT, o jornalístico, comandado por Caco Barcellos e sua equipe, vai mostrar a luta destas pessoas para se inserirem em diversos espaços da sociedade como na música, esporte e mercado de trabalho.

Junto com a repórter Monique Evelle, o rapper Rico Dalassam vai falar sobre o preconceito que viveu e ainda sofre por ser o primeiro rapper assuidamente gay no Brasil.  Quando você pensa em me colocar numa gaveta, eu te mostro outra possibilidade. Aí você não consegue me colocar nessa gaveta. A minha magia tá nisso”, afirmou o músico para o programa.

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No área esportiva, o jornalista Caco Barcellos irá mostrar os treinos e jogos do Unicorns Futebol Clube e Bulls, times exclusivamente formado por jogadores homossexuais. Durante entrevista, os fundadores disseram que nunca conseguiram jogar futebol por causa da orientação sexual. Criado há dois anos, o Unicorns foi o primeiro a nascer e hoje já conta com 20 atletas na equipe.

O formato ainda irá retratar sobre a aceitação de funcionários homossexuais dentro do universo corporativo. A repórter Danielle Zampolo participou de um happy hour com mais de 20 executivos gays. Por medo de serem prejudicados, muitos não toparam aparecer na edição do programa. Danielle também acompanhou a história de um funcionário que gravou os ataques homofóbicos do chefe.

O Profissão Repórter vai ao ar nesta quarta-feira (02), logo após o futebol, na Globo.

 

 


1 COMENTÁRIO

  1. Muito pertinente a matéria e chama muito atenção por ser tão próxima da realidade de pessoas que conhecemos. Meu amigo foi demitido no mês passado porque reclamou com a gerência por não suportar mais ser chamado de “viadinho” e “bichinha” por um dos encarregados do supermercado.

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