Igrejas inclusivas mostram avanço da comunidade LGBT em espaços religiosos

Culto inclusivo é parte das atividades da ICM
Culto inclusivo é parte das atividades da ICM (Foto: Divulgação)

A religião é um tema extremamente delicado para a comunidade LGBT. As maiores Igrejas do Brasil, Católica e Evangélica, tem um histórico de discriminação e afastamento de pessoas LGBT, por não se adequarem às suas doutrinas.

Nos últimos anos, porém, outras igrejas vêm surgindo com a promessa de serem mais inclusivas. A Igreja Comunidade Metropolitana (ICM), por exemplo, foi fundada em 1968 nos Estados Unidos, mas chegou no Brasil há pouco mais de dez anos, tendo aumentado seu número de seguidores ano após ano.

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A ICM segue uma doutrina de inclusão, aceitação irrestrita de LGBTs e mesmo de comportamentos proibidos por outros templos protestantes, como o consumo de álcool ou de pornografia. Outro exemplo é a Cidade Refúgio, criada pelas pastoras Rosania Rocha e Lanna Holder em 2011, com sede em São Paulo.

Além das igrejas inclusivas, também é possível encontrar LGBTs exercendo sua fé em religiões naturalmente mais humanitárias e abertas, como o candomblé e a umbanda.


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