Festival Varilux terá sessões gratuitas seguidas de debate com atores e diretores em SP

“Perdidos em Paris” será exibido no Espaço Itaú de Cinema Rua Augusta, às 14h, e depois contará com a presença dos diretores Dominique Abel e Fiona Gordon para um bate-papo (
“Perdidos em Paris” será exibido no Espaço Itaú de Cinema Rua Augusta, às 14h, e depois contará com a presença dos diretores Dominique Abel e Fiona Gordon para um bate-papo (Foto: Divulgação)

QUATRO FILMES TERÃO SESSÕES E DEBATES GRATUITOS NO DIA 7 DE JUNHO

No dia 7 de junho, quarta-feira, o público de São Paulo vai poder conversar com diretores e atores de cinco produções exibidas no Festival Varilux de Cinema Francês – o evento acontece de 7 a 21 de junho em cerca de 55 cidades brasileiras. E o melhor ainda é que quatro dessas produções: “Perdidos em Paris”, “O Filho Uruguaio”, “Tal Mãe, Tal Filha” e “Tour de France” terão sessões gratuitas seguidas de debate. Para participar, basta tirar a senha no cinema uma hora antes de cada sessão. Já para o longa-metragem “Na Vertical”, que também contará com debate, a exibição e bate-papo com o público terá o valor de ingresso de bilheteria.

“Perdidos em Paris” será exibido no Espaço Itaú de Cinema Rua Augusta, às 14h, e depois contará com a presença dos diretores Dominique Abel e Fiona Gordon para um bate-papo g. A trama mostra um conto de três pessoas peculiares que estão perdidas na Cidade Luz. Neste mesmo cinema, às 16h05m, acontecerá a sessão de “O Filho Uruguaio” seguido de debate com os atores Ramzy Bédia e Maria Dupláa e o diretor Olivier Peyon. O longa conta a história de uma mãe que tenta se reaproximar do filho sequestrado há quatro anos pelo ex-marido.


O cinema Caixa Belas Artes vai abrigar, às 14h30m, e o Cine Arte, às 16h15m, a sessão de “Tal Mãe, Tal Filha” na qual conversam com o público a diretora Noémie Saglio e a atriz Camille Cottin. A produção traz uma relação entre mãe e filha, que se torna ainda mais conturbada quando as duas se veem grávidas ao mesmo tempo. “Tour de France”, de Rachid DjaïdanI, terá uma exibição gratuita no Cine Arte, às 14h, no Teatro da Aliança Francesa, às 15h,e na Caixa Belas Artes, às 16h15m, com a presença do ator e cantor Sadek. O filme retrata a improvável amizade que surge entre um jovem rapper e um homem decidido a seguir os passos do famoso pintor francês Joseph Vernet.

Duas sessões com a presença do elenco terão ingressos vendidos: “Na Vertical”, exibido no Espaço Itaú Cinema Augusta, às 18h25m contará com a presença do ator Damien Bonnard. E “O Filho Uruguaio”, no Cine Arte, às 18h30m, com os atores Ramzy Bédia e Maria Dupláa e o diretor Olivier Peyon. Os ingressos podem se comprados na bilheteria dos cinemas.


1 COMENTÁRIO

  1. AS GRANDES TRIBULAÇÕES PLANETÁRIAS

    VIVA JESUS!

    Boa-noite! queridos irmãos.
    “Hoje quem causa os cataclismos somos nós e não a natureza, estamos vivendo a maior crise ambiental da história da humanidade.” – André Trigueiro
    Com a partida de Jesus da Terra, acelera-se a decadência do Império Romano, começando longo período de guerras, de perseguições e morte dos discípulos, porque muitos algozes acreditavam prestar inestimável serviço ao Império apontando supostos hereges e matando os portadores da Boa Nova.
    Estes instantes dolorosos assinalariam a renovação planetária. As calamidades que adviriam, provocadas pela maldade dos homens, são tantas, que se não houver a intervenção da Providência Divina, nada mais será respeitado na Terra. Porém a Providência é vigilante e no momento oportuno colocará um fim à loucura dos homens. Antes de chegar esse momento de transição, a violência, a sensualidade, os escândalos e a corrupção atingirão níveis jamais pensados, enquanto as enfermidades degenerativas, os vícios, os desvarios sexuais clamarão por paz, pelo retorno da moral.Os flagelos como inundações, epidemias, secas levam à dor e ao sofrimento grande parte das populações, porque o egoísmo, traduzido no privilégio das minorias, impede que recursos avançados da ciência sejam aplicados de forma a eliminar ou diminuir seus danosos e dolorosos efeitos. Entretanto, à medida que a ciência vai progredindo, o homem os vai dominando, isto é, pela pesquisa das causas, pode prevenir-se. No entanto, há flagelos como temperaturas altíssimas ou muito baixas que o homem ainda não pode controlar, mas, por sua negligência, poderá agravá-los.
    Observamos que as guerras fraticidas sucedem-se em todos os tempos, semeando a orfandade e a viuvez, a dor e a desolação, tudo atentado contra o preceito cristão devido ao egoísmo, à posse, à vaidade, à ganância dos homens, ocasionando pestes, fome, terremotos em diversos lugares, porém, para que a humanidade progrida, não são necessárias as guerras, pois a evolução se processa sem provocar abalos e sem produzir ruínas. Entretanto, como os homens não querem obedecer à Lei de Progresso, acabam se apegando demais às instituições e às ideias do passado, produzindo atritos, degenerando-se em conflitos de onde advém o caráter penoso das transições.
    Vemos nações armando-se de todos os meios possíveis e inimagináveis, gerando engenhos mortíferos e terríveis e dificilmente pode-se prever as consequências de uma guerra nuclear que abalará o mundo, conforme prognosticado no Apocalipse, capítulo oito, versículos sete a doze, segundo o apóstolo João, ocasionando a destruição de apreciável parcela da humanidade.
    Às vezes, é necessário que o mal chegue ao excesso para se tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas. A civilização organizada para a guerra e vivendo para a guerra há de cair inevitavelmente, mas o futuro nascerá dos seus escombros para um novo ciclo da humanidade, sem os extremismos antirracionais.
    O Livro dos Espíritos nas questões 735 e 743 afirma claramente que “Entre os flagelos produzidos exclusivamente pelo homem sobreleva a guerra e esta desaparecerá da face da Terra quando a humanidade compreender a justiça e praticar a Lei de Deus, podendo entender que, quando a destruição excede os limites da necessidade, se torna uma violação da Lei Divina”. Gandhi também nos lembra que “A Terra pode oferecer o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens”. E Dalai Lama judiciosamente elucida que “A destruição da natureza resulta da ignorância, da cobiça e ausência de respeito para com os seres vivos do planeta. Muitos habitantes da Terra: animais, plantas, insetos e até mesmo micro-organismos que já são raros ou estão em perigo podem tornar-se desconhecidos das futuras gerações. Temos a capacidade, a responsabilidade e precisamos agir antes que seja tarde”.
    O Mestre afirmou que ocorreria a multiplicação da iniquidade a tal ponto que enfraqueceria a fé de muitos. Na realidade, a violência e a iniquidade reinaram e reinam em todas as épocas da humanidade. Para o Espiritismo tudo isto está relacionado com as vidas sucessivas, explicado na Lei da Reencarnação. Segundo Mateus, é apenas o começo (Mateus,13:40-43.)
    Vemos fenômenos sísmicos aterradores sacudirem o orbe com frequência, despertando a solidariedade de outras nações. Enquanto armas ditas inteligentes ceifam milhares de vidas a serviço da guerra, em revoluções intermináveis, outras tantas buscam a paz, ajudando as vítimas dos desvarios humanos. São esses paradoxos da vida em sociedade que a grande transição tem lugar no planeta, para que haja a transformação.
    Percebemos que as tragédias naturais como tsunamis e terremotos têm como objetivo acelerar a evolução da humanidade; constatamos que é preciso que tudo seja destruído a fim de que possa renovar-se, ou seja, não é Lei de Destruição, mas sim de transformação.
    Quando a humanidade estiver madura para subir um degrau, pode-se dizer que são chegados os tempos marcados por Deus, como pode-se dizer também que eles chegam para a maturação dos frutos e sua colheita.
    Vivemos atualmente uma época de transformação denominada Período de Transição, que nos apresenta aceleradas transformações na estrutura geológica e atmosférica do planeta, assim como convulsões sociais e morais, e acelerado desenvolvimento tecnológico e científico.
    As tempestades passarão e o céu reaparecerá em sua limpidez. A obra divina se expandirá em um novo surto. A fé renascerá nas almas e novamente se irradiará, mais fulgurante sobre o mundo regenerado, o pensamento de Jesus. Não nos restam dúvidas de que são condições portadoras de inquietude. Todavia, a Terra não deverá transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.
    O Evangelho do Mestre ainda encontrará, por algum tempo, a resistência das trevas. A má-fé, a ignorância, o império da força conspirarão contra o Evangelho, mas o tempo virá em que sua ascendência será reconhecida. Nos dias de flagelo e de provações coletivas, é para a sua luz eterna que a humanidade se voltará tomada de esperança. Então, novamente, se ouvirão as palavras benditas do Sermão da Montanha e, através das planícies, dos montes, dos vales, o homem conhecerá o caminho, a verdade e a vida.
    Mahatma Gandhi afirmou: “O Sermão da Montanha é o resumo do Cristianismo”, destacando: “sejamos nós a mudança que queremos ver no mundo”.
    Bibliografia:KARDEC, Allan – A Gênese – 28ª edição – Rio de Janeiro – RJ – Editora FEB – 1985 – capítulos: 17, itens 10, 15 e 47; capítulo 18, itens 1, 8, 9, 10, 20, 27 e 28.
    Temy Mary Faccio Simionato
    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/as-grandes-tribulacoes-planetarias/#ixzz4wLBr8tK3

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