Documentário afirma que Whitney Houston teve caso lésbico por anos

Whitney Houston e Robyn Crawford tiveram caso nos anos 80.
Whitney Houston e Robyn Crawford tiveram caso nos anos 80. (Foto: Reprodução/Internet)

Whitney: Can I Be Me é o nome de um documentário não autorizado sobre a cantora Whitney Houston, exibido pela primeira vez no Brasil no festival In-Edit, nessa quarta-feira, 21. As revelações feitas na produção estão causando um grande alvoroço a respeito da vida pessoal da diva.

As declarações vão desde o histórico com drogas a sua vida romântica, com menções a um caso lésbico que durou anos com a assistente pessoal Robyn Crawford, que chegou a dividir um apartamento com Whitney no começo de sua carreira. Elas mantiveram o contato próximo durante toda a juventude e auge da estrela. A família da cantora não teria aceitado o relacionamento.

Dentro da indústria musical, o relacionamento das duas sempre foi visto como um “segredo aberto”, ainda que jamais oficializado. Ao longo dos anos, a história foi contada por diversos tablóides, e muitos ainda dizem que a homofobia colaborou para a depressão e eventual morte da cantora.


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Sobre o conhecido envolvimento de Whitney com drogas, a produção afirma que o seu primeiro contato com substâncias ilícitas foi ainda na infância, pelos irmãos mais velhos, Michael e Gary Houston. A luta da artista contra a dependência química perdurou por anos, até os momentos finais de sua vida.

O diretor Nick Broomfield afirmou ter coletado as informações íntimas da cantora com diversas pessoas de seu círculo pessoal, como backing vocals, cabeleireiros, guarda-costas e empresários, entre outros. A família Houston tentou diversas vezes barra a produção e o lançamento de Whitney: Can I Be Me, sem sucesso.

 

 

 


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