Familiares de vítimas de Orlando processam empregador e mulher do agressor

Mulher chora durante o funeral de Anthony Luis Laureano Disla, que foi morto no ataque
Mulher chora durante o funeral de Anthony Luis Laureano Disla, que foi morto no ataque (Fonte: G1)

Parentes das vítimas do massacre de 49 pessoas em uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos, em 2016 anunciaram nesta quarta-feira que acionaram na Justiça a esposa do agressor e seu empregador, por considerarem que ambos conheciam as intenções de Omar Mateen e poderiam ter evitado o ataque.

Os sobreviventes e familiares das vítimas acusam de “negligência e morte injusta” a companhia G4S, onde Mateen trabalhava como segurança, e responsabilizam também sua esposa Noora Salman.

“Noora conhecia as intenções de Mateen e, ao invés de alertar as autoridades, ficou calada, como uma cúmplice”, disse hoje em entrevista coletiva em Orlando o advogado Antonio Romanucci.


A defesa quer uma compensação de US$ 75 milhões em danos e também que o processo sirva de plataforma para promover leis que previnam o porte de armas de fogo para pessoas mentalmente instáveis.

 

Romanucci disse que, ao invés de supervisionar o trabalho do agressor, a G4S elevou a categoria de sua licença para o porte de armas.

Fonte: Exame

 


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