Morre idosa com câncer “adotada” por ator e ativista gay Chris Salvatore

Norma Cook, diagnosticada com câncer no ano passado, morou na casa do ator desde a última semana de janeiro
Norma Cook, diagnosticada com câncer no ano passado, morou na casa do ator desde a última semana de janeiro (Foto: Facebook / Reprodução)

A idosa Norma Cook, que aceitou um convite do ator americano Chris Salvatore para morar com ele na última semana de janeiro, faleceu na manhã desta quarta-feira, em Los Angeles, nos Estados Unidos, aos 89 anos.

Norma sofria de leucemia e foi vizinha do ator por cinco anos. Ao longo desse período de convivência, Salvatore construiu uma amizade com ela e usou as redes sociais para se despedir.

“Norma agora descansa em paz eternamente e, ainda que ela não esteja conosco fisicamente, o seu espírito continua nos corações de muitas pessoas”, afirma o ator, considerado uma das 50 maiores celebridades gays pelo site “AfterEllen.com”.


Salvatore destaca a forma como Norma encarava a vida e diz que talvez o seu legado final tenha sido ajudar o mundo a ver o verdadeiro significado do amor. “Norma me lembrou que somos todos criados para amar e todos nós desejamos ser amados”, ressalta.

“Amar o próximo não é sobre viver sem dificuldades ou nunca experimentar mágoas e perdas, mas abrir profunda e inteiramente nossos corações para o outro sem medo. Cada um de nós é digno de ser amado, mesmo com todas as nossas diferenças. O amor não tem fronteiras. Que você descanse em paz, minha querida e amada, Norma”, completa.

O convite para que a idosa morasse com Salvatore comoveu a internet. Agora, os seguidores do ator nas redes sociais lamentam a morte de Norma.

O diagnóstico do câncer saiu no ano passado e, após ter permanecido no hospital por dois meses com pneumonia, os médicos disseram a Salvatore que só um milagre faria com que ela sobrevivesse. O ator então criou uma campanha na internet para que pudesse custear o tratamento de Norma. Como o valor arrecadado não havia sido suficiente, ele resolveu convidá-la para morar com ele.

“Ela não poderia ter ficado mais feliz quando eu a convidei. Eu já a visitava todos os dias. Sua única opção era ir para um abrigo, mas eu não poderia fazer isso com alguém que eu vejo como minha avó”, diz Salvatore.

 


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