Tudo o que você precisa saber sobre o novo coquetel de medicamentos contra COVID-19

A Anvisa aprovou em caráter experimental um coquetel para amenizar o coronavírus

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Na última terça-feira (20), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso do coquetel para amenizar o coronavírus sob prescrição médica e dentro do ambiente hospitalar. Os medicamentos são compostos por casirivimabe e imdevimabe, anticorpos monoclonais produzidos em laboratório que podem aumentar o nível de resposta imunológica no combate à COVID-19.

Este coquetel de anticorpos não é vendido em farmácias e seu uso é restrito apenas a hospitais. Nos Estados Unidos, os dois remédios já são utilizados contra a doença de maneira experimental. A Autora pelo pedido de aprovação da Anvisa foi a farmacêutica Roche. O composto de medicamentos, em que podemos também chamar de “Regn-CoV2” é aplicado por via intravenosa, sendo indicado para quem está no início da doença, e considerado proibido qualquer tipo de venda em comércio.

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De forma clara, a Anvisa informou que esse tratamento é indicado para adultos e pacientes pediátricos que possuem 12 anos ou mais, que pesam no mínimo 40 kg, e que não necessitam de suplementação de oxigênio. Em contraponto, este coquetel não é recomendado para pacientes em que se encontram em estado grave, ou como meio de prevenção a COVID-19.

A passos curtos vamos seguindo no combate à pandemia e na melhoria dos processos hospitalares com os infectados. Esse composto de medicamentos não substitui as vacinas contra COVID-19, mas possibilita um cuidado especial no início do contato com este vírus sob vigilância médica. Este coquetel é o mesmo que foi usado no tratamento do ex-presidente americano Donald Trump, quando ele testou positivo para o coronavírus.

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