Pandemia: Qual são as chances de pegar a COVID-19 duas vezes?

No início da pandemia vivíamos a história de que poderíamos pegar apenas uma vez o vírus

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No início de março de 2020, vivíamos o anseio negativo do primeiro caso confirmado de COVID-19 em solo brasileiro. Com todo o transtorno mundial, imaginávamos que estávamos protegidos de um colapso em nossa saúde, referência no mundo todo como o único país com um Sistema Único de Saúde (SUS). Entretanto, não foi bem assim que desencadeou esta história.

Especialistas afirmavam que não havia a possibilidade de reinfecção do vírus. Mas isso caiu por terra, e hoje sabemos na prática a quantidade de novos casos que surgiram por uma reinfecção. No entanto, um estudo feito pelo The Lancet com 25 mil profissionais da saúde trouxe resultados satisfatórios em relação a reinfecções.

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No quadro de pesquisas, eles colocaram as seguintes limitações: 8 mil pessoas já tinham sido testadas com COVID-19 e se curado delas, enquanto 17 mil não tinham tido nenhum contato com o vírus. A idade média dos participantes desta pesquisa era de 46 anos. De junho a janeiro do ano passado, a incidência daqueles que tinham tido contato com o vírus a primeira vez foi de 57,3 contaminados em 100 mil pessoas.

O resultado de 57,3 vai de confronto com os 7,6 dos que já tinham testado positivo para o coronavírus para cada 100 mil habitantes. Entre o primeiro contágio e o segundo, foram em média 200 dias de diferença. Em casos de sintomas leves, dos que tiveram contato pela primeira vez com o vírus, 80,3% apresentaram algum sintoma, enquanto nos participantes que tiveram reinfecção esse número caiu para 50,3%.

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