O mundo não gira, ele capota: O ex-presidente Lula livre e o ex-juiz Moro culpado?

Hoje o Supremo Tribunal Federal julgou a suspeição do ex-juiz Moro

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Nesta quinta-feira (22), o STF (Supremo Tribunal Federal) retomou o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os parâmetros que ficaram em aberto, o Supremo em sua maioria, decidiu por 7 votos a 2, manter a parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro sobre o caso do Lula. Dessa forma, houve o mantimento da decisão anterior da suspeição do principal condutor da Lava jato em Curitiba.

Mais cedo, os ministros do STF já haviam decidido que os processos envolvendo o ex-presidente Lula seriam julgados pela justiça federal do Distrito Federal. Com esta decisão, o argumento do ministro Alexandre de Moraes cairia por terra, pois ele acreditava que os julgamentos deveriam acontecer em São Paulo, ou seja, ele subentendia que era a melhor decisão levar os cuidados do ocorrido para o estado em que possivelmente eles teriam acontecido.

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O STF já havia decidido no último dia (15), manter anulada as condenações do Lula advindas da Lava Jato. Entretanto, em processos distintos, hoje (22) seria julgado se Moro teria sido parcial ao condenar o ex-presidente no caso triplex. Com ampla maioria, a Corte formou o mantimento da decisão de antes. Foram 7 votos a favor dos ministros (Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandovski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Rosa Weber).

Dos ministros do supremo que foram contra (Edson Fachin e Luís Roberto Barroso), destacou-se o posicionamento de Fachin, pois ele era redator desta ação e autor do julgamento decisivo do último dia (15). A sessão teve um final acalorado, entre os ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, junto com um pedido de vista do Marco Aurélio Mello. Neste cenário, o presidente Luiz Fux decidiu encerrar a sessão e postergar a continuidade para a próxima quarta-feira (28).

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