CPI da COVID-19: Sem limites para o novo reality brasileiro

A situação que vivemos da COVID-19 é péssima, mas parece que na CPI é entretenimento

Publicadohá pouco tempo
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Na última quinta-feira (15), a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) teve mais um dos seus dias colhendo depoimentos, mas desta vez não seria de nenhum político. O entrevistado foi Carlos Murilo, um dos executivos da empresa Pfizer, ponto chave para entendimento da responsabilidade do atual presidente Jair Bolsonaro na gestão da crise da pandemia.

O membro da empresa revelou de que foi feito 6 ofertas de vacina para o governo brasileiro, entre agosto de 2020 e fevereiro de 2021. As ofertas não tiveram sucesso e não foram acolhidas pelos representantes políticos do nosso país. O cronograma previsto inicialmente da Pfizer tinha a expectativa de 1,5 milhão de doses ainda em 2020 e outras 2,5 milhões até março deste ano.

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Nas propostas consistiam na venda de 30 ou 70 milhões de dólares ao Brasil. Em fevereiro deste ano houve uma outra oferta de 100 milhões de doses, também sem respostas. O acordo entre o governo brasileiro e a empresa Pfizer foi concluído apenas em 19 de março. O início da chegada dos imunizantes seria no fim do último mês, de acordo com as informações do Ministério da Saúde.

Outra informação entregue pelo gerente Carlos Murilo foi da confirmação da participação do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro. O encontro aconteceu no Palácio do Planalto e tinha como intuito discutir entraves relacionados aos aspectos legais da aquisição dos imunizantes para combate da pandemia.

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