Beijo de casais homoafetivos: A troca de carinho em público por casais LGBTQIA+ ainda é um tabu?

Paramos um pouco para analisar o porquê este assunto ainda é um tabu

Publicado em 15/7/2021
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O beijo e a troca de carinho é sempre um momento muito especial, assim, aproveitamos para reforçar a naturalidade do beijo de um casal LGBTQIA+. Ainda nos tempos atuais, percebemos que quando algumas pessoas se deparam com casais homossexuais trocando carinhos em qualquer espaço público, a ação vira um evento, pois todos querem ver, analisar e até mesmo julgar a atitude, como se fosse um erro.

O preconceito implícito é tão relevante que vemos o quanto torna-se uma pauta totalmente apelativa nas novelas quando vão ao ar beijos de casais homoafetivos. Vemos que grande parte da sociedade trata o carinho em público entre dois homens ou duas mulheres como uma forma de afronta, rebeldia ou falta de respeito, sendo que deveria ser tratado como algo normal, nada mais do que duas pessoas que se gostam. Beijar em público, infelizmente, ainda é visto como um grande fantasma para nossa comunidade LGBTQIA+, por conta da violência ainda instaurada.

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Entretanto, podemos destacar o lado positivo que é ver personagens LGBTs representando “gente como a gente”. Nossa comunidade precisa ser mais valorizada e ter o direito de ser feliz, sem ter que ficar provando a cada segundo as nossas próprias decisões. Quando foi ao ar o primeiro beijo gay em uma novela da Rede Globo, Amor à vida, entre os personagens Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso), foi um marco para toda uma geração. O mesmo ensinamento veio com duas grandes atrizes, interpretando Tereza (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathalia Timberg) em Babilônia. Ambas as novelas foram no horário nobre, trazendo uma importância para nossa história.

Por fim, um apelo para todos aqueles que ainda veem problema na nossa comunidade: DEIXA A GENTE SER FELIZ! Para um casal heterossexual sempre foi normal coisas simples como andar de mãos dadas, mas infelizmente, um ato tão simples como este, ainda é visto para casais homossexuais como algo incorreto. Nossa luta não se baseia em conseguir retornos impossíveis. Batalhamos para acontecer a tão sonhada equidade. Portanto, vamos aproveitar estes momentos em casa e refletir, quando tudo voltar ao “normal”, que tambem seja normal todas as formas de amor. Vamos fazer diferente e aceitar o amor do próximo.

Eu sou o Maurício de Britto, colunista de políticas públicas na coluna Politizah (Clique aqui)!

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