“As Travestidas” leva a luta LGBT às ruas no pré-Carnaval de Fortaleza

Bloco é formado pelas integrantes do Coletivo As Travestidas, formados por atores e atrizes transexuais e travestis
Bloco é formado pelas integrantes do Coletivo As Travestidas, formados por atores e atrizes transexuais e travestis (Foto:Mateus Monteiro/Divulgação)

Bloco é o primeiro idealizado por travestis e transexuais.

O bloco de pré-carnaval As Travestidas, organizado pelo coletivo de artistas travestis e transexuais de mesmo nome, tem como principail proposta a luta contra a homofobia e a transfobia.

As Travestidas irá animar as sextas-feiras que antecedem o Carnaval 2017 em Fortaleza. O lançamento do bloco foi nesta sexta-feira (20), no Mambembe, no Bairro Praia de Iracema.


Produzido pelo Mambembe, o bloco é o primeiro idealizado por travestis e transexuais na capital cearense. De acordo com a produtora do bloco, Luana Caiube, a ideia surgiu a partir da proposta trabalhada pelo Coletivo As Travestidas. “As meninas já trabalham com essa temática e tinham vontade de entrar para o cenário do pré-carnaval de Fortaleza. Aí um produtor parceiro disponibilizou um trio, juntamos ao movimento do Bailinho do Mambembe e assim o bloco se formou”, explica.

Conforme Luana, a programação do Bloco ainda está sendo montada, mas a concentração deve ocorrer no Mercado São Sebastião e sairá em cortejo pela Rua dos Tabajaras. A animação ficará por conta da banda formada pelas participantes do Coletivo, que terá como vocalistas Mulher Barbada e Beta Houston com repertório que

Coletivo As Travestidas

O coletivo artístico As Travestidas, formado por atores e atrizes homossexuais e travestis foi criado em 2008, por Silverio Pereira.

O elenco é formado por Denis Lacerda, Diego Salvador, Rodrigo Ferrera, George Santiago, Patrícia Dawson, Alícia Pietá, Italo Lopes, Verónica Valenttino e Fábio Vieira.

O trabalho artístico e também de luta desenvolvido pelo grupo ganhou destaque na cena cultural e LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) de Fortaleza e é, atualmente, um dos coletivos de maior relevância para o teatro e para organizações de políticas públicas voltadas para esse segmento no Ceará.

Fonte:G1


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